Nem almirante inglês, nem humanista sul africano, nem atleta português... Falo da depressão/ tempestade pascal que nos dá cabo do juízo.
Não contesto a nomenclatura (nomes são nomes), mas tenho uma preocupação: no final do primeiro trimestre do ano, já vamos a meio do alfabeto (N); ou o mundo acaba em breve ou há que esticar o alfabeto!...
Há uma altura na vida em que uma pessoa considera atar uma corda ao pescoço e atirar-se a um poço. Para mim, acho que é hoje...
Há pouco, no café, pedi um pão de queijo e, ato contínuo, comecei a salivar de antecipação. Aquela espécie de maná alimentício chegou e logo o trinquei, mas não contei com a... globalização, digamos assim. É que havia mais buraco do que massa e ali estava eu a trilhar os dentes no vazio!
Contrafações há muitas, mas no pãozinho de queijo? (...)
Para os que têm ainda os ouvidos cheios (aquela malta que vai a todas) e para os que ficaram em off desde o primeiro dia (têm as ideias feitas e não as querem estragar), uma coisa é certa: há 2 coisas que ninguém perdoa -- o fracasso e o sucesso.
Cliente: -- Um café a ferver.
O empregado desunha-se para satisfazer o pedido, conseguindo uma bebida cujos vapores subiam até ao teto.
O cliente mexe no telelé, olha para a rua, volta ao aparelho, espia outros clientes...
O café? Adivinha-se.
"Agora, mais do que nunca, a humanidade está numa encruzilhada. Um caminho leva-nos ao desespero e à desesperança, o outro à destruição total. Rezo para que tenhamos o bom senso de escolher o caminho correto."
E viva Woody Allen!
Cruzo-me com ciclistas, pais em calções por cima de collants, mães a empurrar carrinhos de bebé e a serem puxadas por uns serra da estrela em velocidade de cruzeiro.
E penso que eu só faria jogging para ouvir alguém resfolegar a meu lado...
A justiça está a ser tratada por exemplares donas de casa que têm por missão economizar...
Ou por más empregadas domésticas que varrem o lixo para debaixo do tapete.